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<title>roubarsaudades </title>
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<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 14:39:19 +0100</pubDate>
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<title>roubarsaudades </title>
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	<title>Sereias</title>
	<link>http://roubarsaudades.nireblog.com/post/2007/09/30/sereias</link>
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		<description><![CDATA[<p>São seres fantásticos, meio mulheres, meio peixe. Há histórias de sereias em todos os mares.<br />
Em Copenhagen, na Dinamarca (um país que fica ao norte da Alemanha), existe uma escultura de uma sereia, feita em 1913 e que hoje é um dos símbolos da cidade. A estátua é uma homenagem a uma história de Hans Christian Anderson (1805-1875), que escreveu o conto de fadas "A Pequena Sereia", depois filmado pelos estúdios Disney.<br />
Em Varsóvia, capital da Polônia, há outra estátua de sereia. Esta se chama Syrenka, vivia nas águas de um rio e costumava sentar-se em uma pedra para pentear os cabelos enquanto cantava.<br />
Um dia, três camponeses resolveram pescá-la para oferecer a sereia como presente ao príncipe. Taparam seus ouvidos com cera para não ouvir seu canto (dizem que o canto da sereia enfeitiça quem o ouve), atiraram uma rede sobre Syrenka e a trancaram em um celeiro durante aquela noite. Pediram a um jovem pastor que tomasse conta da criatura, porque iriam viajar no dia seguinte até o palácio do príncipe.<br />
Syrenka cantou implorando por liberdade, e o pastor deixou-a partir. Ela mergulhou no rio dizendo "Durante muito tempo eu vivi aqui, cantando para as pessoas comuns, mas elas me desapontaram terrivelmente. Por isso, agora vou-me embora daqui. Ninguém jamais me verá de novo! Mas, como eu amo muito este lugar, cada vez que esta cidade correr perigo eu voltarei e a protegerei com um escudo e uma espada."<br />
É por causa desta lenda que a cidade de Varsóvia tem em seu brasão o símbolo de Syrenka, a sereia.<br />
Para uma tribo das Honduras (uma república da América Central), existe uma sereia com nove olhos, chamada Sirena, que é a deusa das águas e a mãe de todos os peixes! Antes de pescar, esse povo celebra cerimônias especiais, pedindo à deusa permissão para pescar.<br />
Luxemburgo é um pequeno país do norte da Europa, entre a França e a Alemanha. Diz a lenda que o seu fundador, o Conde Siegfried, casou-se com uma sereia, chamada Melusina. Mas ele não sabia de nada, achava que ela era apenas uma belíssima jovem. Quando eles se casaram, ela fez apenas um pedido: que ele a deixasse sozinha por um dia e uma noite inteiros, todos os meses, sem perguntar o porquê, nem tentar descobrir o que ela estaria fazendo.<br />
É claro que isso não deu certo (nunca dá em nenhum conto de fadas)! Anos depois, o conde não aguentou de curiosidade e foi atrás da mulher num daqueles dias em que ela deveria ficar só. Pelo buraco da fechadura, ele viu o lindo rosto da moça, mergulhada na banheira… com um rabo de peixe saindo pela extremidade oposta! Isso, certamente, foi um choque!<br />
A sereia percebeu que estava sendo observada, pulou pela janela direto no rio que passava logo abaixo, para nunca, nunca mais voltar!
</p>
<p><a href="http://roubarsaudades.nireblog.com/post/2007/09/30/sereias#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 30 Sep 2007 20:29:01 +0100</pubDate>	</item>
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	<title>pensamento</title>
	<link>http://roubarsaudades.nireblog.com/post/2007/09/20/pensamento</link>
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		<description><![CDATA[<p>A vida não é mais do que um conjunto de recordações, imagens, risos, através dos quais adequirimos consciencia daquilo que somos.
</p>
<p><a href="http://roubarsaudades.nireblog.com/post/2007/09/20/pensamento#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 20 Sep 2007 21:40:14 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Geração Cangru</title>
	<link>http://roubarsaudades.nireblog.com/post/2007/09/12/geracao-cangru</link>
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		<description><![CDATA[<p>A metáfora tem vindo a ser usada com frequência e traduz-se de forma simples: cada vez mais os filhos saem mais tarde de casa dos pais. Na base desta alteração de comportamento estão, dizem os sociólogos, o desejo de um conforto que não seria conseguido vivendo a sós, uma privacidade e liberdade dentro da casa paterna que antes não existia, a dificuldade em entrar no mercado de trabalho e os baixos rendimentos dos primeiros anos do emprego. Estes últimos factores alargam o âmbito desta “bolsa marsupial” e permitem incluir no espectro da geração canguru todos aqueles que, embora morando fora da casa dos pais, não adquiriram ainda a sua independência financeira.<br />
Depois de terminado o curso, surge a preocupação de encontrar o primeiro emprego; e um dos problemas reside aqui: para muitos, a questão da empregabilidade surge na recta final da licenciatura e não antes da sua escolha. Não falta quem se esteja a formar sem saber porquê e para quê, vendo no curso uma forma de prolongar por alguns anos um estilo de vida que não teriam de outra forma e sustentando a esperança de que o diploma seja o passaporte para o mundo do trabalho. E, de facto, é-o muitas vezes.  É preciso desmistificar a ideia de que um curso não abre portas, de que licenciados há muitos e de que o investimento num curso superior é tempo e dinheiro perdidos. Embora as estatísticas não abundem, os estudos indicam que os licenciados conseguem mais facilmente emprego do que pessoas com menos formação e que são, por norma, melhor remunerados. Mas, é claro, há cursos e cursos. Formam-se, anualmente, centenas de professores que não conseguem colocação. Na área das humanidades a falta de empregabilidade é gritante.<br />
Para quem não encontra emprego, prosseguir os estudos é, por vezes, a solução encontrada. O resultado acaba por ser formação em excesso. Depois há o empreendedorismo, um conceito em voga. Mas, se é certo que o espírito empreendedor é independente da formação que se tem, não é menos verdade que os cursos que mais saídas profissionais oferecem são também os que estão mais voltados para o empreendimento.<br />
Torna-se necessário, por um lado, que as instituições de ensino superior se empenharem em fornecer dados sobre a empregabilidade das formações que oferecem e, por outro, que universidades, politécnicos e governo definam mais claramente, à semelhança do que é feito noutros países, áreas prioritárias, de forma a que a formação ao nível do ensino superior esteja mais ajustada às necessidades do País e pondo fim à filosofia da formação “ em tudo por todos”. E, essencialmente, é preciso acabar com o espírito de tirar um curso (ou pós-graduação) na ausência de alternativa viável, uma situação de onde acaba por sair um indivíduo pouco formado. Afinal, frequentar um curso é uma oportunidade (única para muitos) de obter uma formação que se quer superior.
</p>
<p><a href="http://roubarsaudades.nireblog.com/post/2007/09/12/geracao-cangru#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 12 Sep 2007 21:51:31 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Apaixonada</title>
	<link>http://roubarsaudades.nireblog.com/post/2007/09/08/apaixonada</link>
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		<description><![CDATA[<p>Por vezes sinto uma paixão louca<br />
Nascer dentro de mim<br />
Lava incandescente<br />
Um calor premente<br />
Uma torrente de alegria sem fim<br />
Não sei como ultrapassar<br />
Este sentimento<br />
Que me torna cega mas feliz<br />
Ávida de tudo<br />
Desejo infinito<br />
Sou assim<br />
Apaixono-me...<br />
Pelo desconhecido<br />
Passeio-me louca<br />
Maravilhada de tudo<br />
No sangue a certeza<br />
De um fervor sem fim<br />
E no olhar o brilho<br />
De quem ama perdidamente<br />
Paixões voluteies<br />
Que mudam a cada esquina<br />
A cada ideia nova<br />
Nos sentidos despertos<br />
Num entusiasmo novo<br />
Intenso e louco<br />
Em cada momento<br />
E dou-me totalmente<br />
Em tudo o que faço<br />
Apaixonada<br />
Ergo monumentos<br />
E desenho metas<br />
Assim...<br />
Ávida de conhecimento<br />
Curiosa... fascinada<br />
Vagueio na vida<br />
Sentindo extremos<br />
Apaixonada...<br />
Sinto demasiado<br />
E amo e odeio<br />
Brinco e choro<br />
Morro e renasço<br />
Ardo no fogo<br />
De cada projecto novo<br />
E fecho-me<br />
Em esferas de calor<br />
Desço ao inferno<br />
E volto ao sabor<br />
Do vento<br />
Do tempo<br />
Para renascer<br />
Noutro lugar<br />
Numa ideia<br />
Numa vontade<br />
Nova de tudo<br />
O meu destino<br />
Destruir e reconstruir<br />
Tudo!
</p>
<p><a href="http://roubarsaudades.nireblog.com/post/2007/09/08/apaixonada#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 08 Sep 2007 21:36:29 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Felicidade</title>
	<link>http://roubarsaudades.nireblog.com/post/2007/09/08/felicidade</link>
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		<description><![CDATA[<p>A Formula da Felicidade</p>
<p>P + (5+E) + (3xH)</p>
<p>P traduz: características pessoais<br />
E necessidades básicas<br />
H necessidades superiores
</p>
<p><a href="http://roubarsaudades.nireblog.com/post/2007/09/08/felicidade#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 08 Sep 2007 21:34:17 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Tempo Suficiente</title>
	<link>http://roubarsaudades.nireblog.com/post/2007/09/06/tempo-suficiente</link>
	<guid>http://roubarsaudades.nireblog.com/post/2007/09/06/tempo-suficiente</guid>
		<description><![CDATA[<p>O homem, tal como os outros seres vivos, salvo certas bactérias que podem ser consideradas imortais, não escapa ao trágico final. A cada segundo, morrem 1,7 pessoas no mundo e, para equilibrar a balança, nascem 4,2 bebés. Mas porque razão temos de morrer? Que significado tem a morte? Do ponto de vista estritamente biológico, o único sentido da nossa existência é perpetuar a espécie, e para isso a Natureza concede aos indivíduos o tempo suficiente para que cresçam, encontrem par, acasalem, engendrem prole e, em alguns casos, cuidem dela.</p>
<p>Nunca Eternos<br />
Para levar a cabo as suas tarefas, o homem está geneticamente programado para viver 120 anos. No entanto, ainda 	que o homem moderno viva em media quase o quádruplo do que vivia um antigo romano, ainda está longe de atingir essa mítica barreira. A média mundial de esperança de vida ao nascer superou há pouco, pela primeira vez, os 65 anos.</p>
<p>Recorde de longevidade<br />
A idade máxima comprovada a que chegou um ser humano foi de 122 anos e 146 dias.</p>
<p>E depois?<br />
Eis o que acontece aos humanos até se tornarem pó:<br />
     Agonia: moscas e outros insectos cadavéricos começam a pairar sobre a cabeça do moribundo; as fêmeas depositam ovos nas fissuras dos lábios e das pálpebras;<br />
     Morte: cessam as funções cerebrais, paragem cardíaca, falha geral no coração;<br />
     Primeiros 30 minutos: o sangue, por efeito da gravidade, deposita-se nas zonas baixas e coagula; o cadáver adquire um tom azulado, devido à falta de oxigénio; os esfíncteres relaxam-se, o que provoca a libertação da urina e dos excrementos;<br />
     Uma hora: aparecem as típicas manchas violáceas, ou roxo escuro, da congestão;<br />
     Quatro a cinco horas: manifesta-se o rigor mortis, ou morte cadavérica, devido aos processos que ocorrem nos músculos e no sangue;<br />
     24 horas: surgem no abdómen manchas esverdeadas; são os primeiros sinais da putrefacção microbiana; esta começa nos intestinos e propaga-se pelos vasos linfáticos; começa a cheirar mal;<br />
     48 horas: aparece um líquido incolor, a cadaverina, que resulta da decomposição dos órgãos vitais;<br />
     72 horas: fase de gaseificação; as bactérias aeróbicas, que consomem oxigénio, extinguem-se e cedem lugar às anaeróbicas, que não precisam dele para sobreviver;<br />
     Uma a duas semanas: os insectos cadavéricos reproduzem-se e alimentam-se dos tecidos moles;<br />
     Três semanas: desaparece o fígado:<br />
     Cinco a seis meses: desaparecem o coração e o útero<br />
     Vários meses: gerações de insectos (mínimo de oito) deixam os ossos limpos;<br />
     Anos: ao fim de um ano, o cadáver não passa de um esqueleto, ainda que seja possível que subsistam restos de ligamentos e tendões, assim como fragmentos de vasos sanguíneos; a desintegração dos ossos pode levar mais cinco ou seis anos, ainda que o esqueleto possa conservar-se durante séculos.
</p>
<p><a href="http://roubarsaudades.nireblog.com/post/2007/09/06/tempo-suficiente#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 06 Sep 2007 21:38:29 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Love me</title>
	<link>http://roubarsaudades.nireblog.com/post/2007/09/05/love-me</link>
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		<description><![CDATA[<p>Tonight will you hold my hands?<br />
Will you open your heart with love,<br />
In That time honoured tradition of woman and man?<br />
I ask for the stars, but I desire the moon,<br />
So will you bring me the sky?<br />
Tonight can we just understand without words or explanations,<br />
Why we are together.<br />
I’m not asking you for sex or passionate romance,<br />
I am asking for the purest most simple kind of love,<br />
Love that burst from within you, that’ makes you laugh,<br />
And cry in the same breath.<br />
I’m asking for what poets write of,<br />
And for what the critics of the universe have been baffled by for centuries.<br />
Will you hold my hands tonight,<br />
And feel joy for the simple fact they’re my hands?<br />
Can we sit side by side and know that our maker planned this moment just for us?<br />
I’m asking you to withhold nothing from me,<br />
Not you’re deepest fears or your most childish desire.<br />
I am asking you, no begging you,<br />
To push and pull,<br />
To climb and fall,<br />
To grasp and let go all the same time,<br />
I am asking you to love me.
</p>
<p><a href="http://roubarsaudades.nireblog.com/post/2007/09/05/love-me#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 22:59:01 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Será?</title>
	<link>http://roubarsaudades.nireblog.com/post/2007/09/04/sera</link>
	<guid>http://roubarsaudades.nireblog.com/post/2007/09/04/sera</guid>
		<description><![CDATA[<p>Como é que uma vida pode estar tão cheia e tão vazia ao mesmo tempo?<br />
Toda a gente me diz algo mas ninguém me diz nada<br />
Ninguém diz o que eu quero ouvir<br />
E quando dizem não sinto o que quero sentir<br />
E quando sinto não penso o que quero pensar<br />
E quando penso acho que penso demais...<br />
Quando penso demais sinto de menos<br />
Quando sinto menos não penso tanto<br />
Quando não penso tanto começo a sentir mais<br />
E aí penso...<br />
E não sinto...<br />
E tudo volta ao normal<br />
À estupidez normal<br />
À rotina confortável que aquece os pés<br />
Mas arrefece o coração<br />
Mas é assim que eu gosto...<br />
Será?<br />
Será mesmo?<br />
Será mesmo assim que eu gosto?<br />
Nem eu sei...<br />
Tento não pensar nisso<br />
Não pensar de mais<br />
E sentir de mais<br />
E sentir menos<br />
E viver feliz<br />
Feliz e cega<br />
Feliz, cega e mentirosa!<br />
Mas será que minto?<br />
Nem eu sei...
</p>
<p><a href="http://roubarsaudades.nireblog.com/post/2007/09/04/sera#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 04 Sep 2007 21:03:46 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Incerteza Tentadora</title>
	<link>http://roubarsaudades.nireblog.com/post/2007/09/04/incerteza-tentadora</link>
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		<description><![CDATA[<p>Não há palavras que sirvam de espelhos<br />
Nem razões que te possam fazer ver<br />
Sim, meu respirar pertence-te<br />
Mas meus suspiros por outro nascem...<br />
Deixei-me engolir por um olhar desconhecido<br />
Eterna incógnita no meu caminho<br />
Alimento-me das certezas que me dás<br />
Mas sinto falta de dúvidas,<br />
De arriscar, jogar, conhecer e apostar...<br />
Num tunel de luz, ponto negro me seduz<br />
Na tela, futuro contigo pinto<br />
Num outro frasco, cores desconhecidas inspiram-me<br />
No nosso arco-íris, cor que não é tua,<br />
Por mim feita, por outro posta...<br />
Traço definido que em ti vejo,<br />
E é um rabisco que desejo...<br />
Como te posso explicar,<br />
Se nem eu sei porque me sinto assim<br />
Completas-me sim,<br />
Mas surgiu outro pedaço em mim<br />
Espaço que não sabes preencher<br />
Porque das palavras de outro continua a crescer,<br />
É um vasio que por momentos quase te apaga<br />
É um nada que mexe tudo que há em mim...<br />
E eu não sei como este desejo apagar...<br />
No silencio da tua ausência,<br />
Grita alto esta minha escondida vontade<br />
Sussurar invisivel em meu coração<br />
Que não sei como dizer não,<br />
Acredita, apagava se pudesse<br />
Mas tentar não pensar não esclarece,<br />
Tu es o tal<br />
Mas no outro mora o talvez,<br />
Talvez música que ainda não ouvi,<br />
Não percebo, não percebo,<br />
É tão dificil amar por completo<br />
Quem realmente nos merece...
</p>
<p><a href="http://roubarsaudades.nireblog.com/post/2007/09/04/incerteza-tentadora#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 04 Sep 2007 15:00:52 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>tu</title>
	<link>http://roubarsaudades.nireblog.com/post/2007/09/04/tu</link>
	<guid>http://roubarsaudades.nireblog.com/post/2007/09/04/tu</guid>
		<description><![CDATA[<p>Onde estás tu<br />
Aquele que me completaria<br />
Que me tornaria maior e melhor<br />
Que me levaria acima das nuvens escuras que teimam em<br />
Chover<br />
Que me apresentaria às estrelas e aos deuses<br />
Que me apresentaria ao mar e às ondas<br />
Que me faria provar o sabor da vida<br />
Que me faria uma pessoa melhor e mais linda<br />
Que daria luz à minha existencia<br />
Que me faria compreender porque ando aqui<br />
Porque eu ainda não compreendo<br />
Ainda não sei<br />
Ainda não senti<br />
Ainda não vivi<br />
Onde estás tu?...
</p>
<p><a href="http://roubarsaudades.nireblog.com/post/2007/09/04/tu#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 04 Sep 2007 13:55:31 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Pensamento</title>
	<link>http://roubarsaudades.nireblog.com/post/2007/08/27/pensamento</link>
	<guid>http://roubarsaudades.nireblog.com/post/2007/08/27/pensamento</guid>
		<description><![CDATA[<p>Quem somos e aquilo em que nos tornamos depende em grande parte daqueles que amamos
</p>
<p><a href="http://roubarsaudades.nireblog.com/post/2007/08/27/pensamento#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Mon, 27 Aug 2007 20:31:07 +0100</pubDate>	</item>
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